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Quanto custa manter um aplicativo por ano

É a linha que some de quase todo orçamento, e a única que continua chegando depois que o projeto acabou. Vale separá-la em três grupos, porque eles se comportam de maneiras diferentes.

Dados de 6 de setembro de 2026

1. O que chega sozinho, mesmo se você não mexer em nada

  • Apple: US$ 99 por ano. Vencida a assinatura, o app sai da App Store;
  • Google: exigência de nível de API alvo recente, revisada todo ano. Quem não atualiza deixa de aparecer para quem tem Android novo e, depois, deixa de ser instalável;
  • domínio: renovação anual;
  • certificados e chaves de assinatura: expiram, e a hora de descobrir isso não é no dia do lançamento da campanha.

Este grupo é o que transforma "app parado" em "app quebrado", e ele não pede licença.

2. O que depende de quem construiu

  • na agência ou com freelancer: manutenção costuma ser contrato à parte, e a regra de bolso do mercado é de 15% a 20% do custo de construção por ano. Ela existe porque o custo é hora, e hora não some quando o projeto acaba;
  • na plataforma: o custo é a assinatura, e ela não cresce com o tamanho do app. Na Fabapp, os planos começam em R$ 99 por mês, e as exigências de loja entram na conta da plataforma, não na sua.

É a diferença mais concreta entre os dois caminhos, e ela aparece justamente no segundo ano.

3. O que só chega se o app tiver gente

  • conteúdo: preço, cardápio, horário, foto. É o custo mais barato e o mais esquecido, e é o que faz um app parecer abandonado;
  • suporte: alguém precisa responder. Mesmo dez clientes geram pergunta;
  • mudança de verdade: a tela nova, o campo novo, o relatório que alguém pediu.

Este grupo é o único que é bom sinal: ele só existe porque o app está sendo usado.

Como cortar essa conta pela metade

Não esteja nas lojas se você não precisa delas. Um app publicado na web não tem taxa anual, não tem revisão, não tem prazo de nível de API e não tem certificado para expirar. Some com o grupo 1 quase inteiro.

Para cardápio, catálogo, portfólio e agendamento, é o caso mais comum. O critério está em app nativo, PWA ou site.

O resumo

  • app parado também custa: loja, domínio, certificado e exigência de API chegam sozinhos;
  • na agência a manutenção é contrato; na plataforma é a assinatura, e não cresce com o app;
  • conteúdo desatualizado é o custo mais barato e o que mais aparece;
  • estar fora das lojas elimina quase todo o custo fixo anual;
  • ao pedir orçamento, pergunte pelo segundo ano, não pelo primeiro.

Perguntas frequentes

Um app parado custa dinheiro?
Custa. A conta da Apple continua vencendo todo ano, a Google continua exigindo nível de API recente, e o domínio continua renovando. App parado não é app sem custo, é app que acumula pendência.
O que acontece se eu não atualizar?
A Play Store para de mostrar o app para quem tem Android novo e, com o tempo, ele deixa de ser instalável. Na Apple, a assinatura vencida tira o app da loja.
Quanto custa a manutenção em relação ao desenvolvimento?
A regra de bolso do mercado é de 15% a 20% do custo de construção por ano, e ela só faz sentido quando alguém cobra por hora. Em plataforma o custo é a assinatura, e não acompanha o tamanho do app.
E se eu não mexer em nada durante o ano?
Ainda assim aparecem três coisas: exigência de loja, texto e preço desatualizados, e a pergunta de algum cliente. As duas primeiras chegam sozinhas.
Dá para diminuir esse custo?
Sim, e a maior redução é não estar nas lojas quando elas não são necessárias. Publicado na web, o app não tem taxa anual, não tem revisão e não tem prazo de nível de API.
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Fontes
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