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Quanto custa um aplicativo de vendas
Antes do preço, uma separação que muda a conta inteira: existem dois apps diferentes com esse nome.
Dados de 6 de setembro de 2026
- o app de venda para o cliente: catálogo, carrinho, pagamento, pedido;
- o app para a equipe de vendas: o vendedor registra o pedido do cliente, muitas vezes na rua, muitas vezes sem sinal.
Os dois custam coisas diferentes, e pedir orçamento sem dizer qual é o motivo mais comum de proposta desalinhada.
O que puxa o preço no app para o cliente
- pagamento. É o item que mais muda a conta, porque traz junto estado pendente, estorno e conferência;
- catálogo com variação. Tamanho, cor, grade: cada variação multiplica as telas de escolha e as regras de estoque;
- frete e retirada. Cálculo, faixa de entrega, prazo;
- conta do cliente. Histórico, endereço salvo, recompra em um toque. É o que faz o app valer mais que a loja virtual, e é o que traz login junto.
O que puxa o preço no app da equipe
- funcionar sem internet. É o item mais caro, e o mais subestimado. Registrar pedido offline e sincronizar depois exige decidir o que acontece quando dois vendedores mexem no mesmo cliente;
- tabela de preço e desconto por vendedor. Regra comercial vira código, e regra comercial muda;
- integração com o ERP. O item mais caro da lista quando entra cedo demais.
O que não muda com o tamanho
Independente dos dois casos:
- domínio próprio, dezenas de reais por ano;
- contas de loja, US$ 25 uma vez na Google e US$ 99 por ano na Apple, e só se for para as lojas;
- a plataforma: na Fabapp, Free para construir e publicar na web, e planos a partir de R$ 99 por mês.
Vale lembrar do que a loja não cobra: venda de produto físico e serviço prestado fora do app não paga taxa de loja. A taxa de 30%, ou 15% nos programas de pequeno negócio, é sobre conteúdo digital.
O caminho que economiza mais
- comece pelo catálogo e pelo pedido, sem pagamento dentro do app. Fechar por Pix ou por link já valida se alguém compra;
- adicione conta do cliente quando houver recompra;
- adicione pagamento quando o volume justificar a conferência que ele traz;
- deixe a integração com o ERP por último, e comece exportando pedidos.
Cada passo desses é reversível. Começar pelo último não é.
O resumo
- decida primeiro se é app para o cliente ou para o vendedor: são dois produtos;
- no app do cliente, quem puxa o preço é pagamento, variação de produto e conta;
- no app da equipe, é funcionar sem internet e a integração;
- produto físico e serviço não pagam taxa de loja;
- comece por catálogo e pedido, e deixe o ERP para o fim.
Perguntas frequentes
App de vendas e loja virtual são a mesma coisa?
Não. A loja virtual vende para quem chega pela internet; o app de vendas costuma servir a quem já é cliente ou ao seu vendedor. Isso muda quem faz login e, por consequência, o custo.
Preciso de app se já tenho loja virtual?
Só se as pessoas comprarem de novo. O app se paga na recompra e no custo de trazer o cliente de volta, não na primeira venda.
A loja de aplicativos cobra taxa sobre as minhas vendas?
Sobre produto físico e serviço prestado fora do app, não. A taxa de 30%, ou 15% nos programas de pequeno negócio, incide sobre conteúdo digital consumido dentro do app.
E o app para a equipe de vendas na rua?
É outro produto, e o item que muda o preço é funcionar sem internet. Registrar pedido offline e sincronizar depois é a parte que mais dá trabalho.
Dá para começar sem integrar com o ERP?
Dá, e costuma ser o caminho certo. Comece exportando pedidos e integre quando o volume justificar; integração é o item mais caro da lista e o que mais atrasa.